 |
| |
 |
IMAGENS E FACTOS |
A palavra de honra
Egas Moniz, dito «o Aio» (1080-1146) foi um rico-homem portucalense, da linhagem dos Riba Douro uma das cinco grandes famílias do Entre-Douro-e-Minho condal do século XII, a quem Henrique de Borgonha, conde de Portucale confiou a educação do filho, Afonso Henriques, tarefa essa que lhe deu o cognome pelo qual é conhecido.
in:
"Egas Moniz, o Aio", Wikipedia (língua portuguesa) - ligação [29.6.2009]
|
 |
 |
|
BREVE HISTÓRIA DE ANGOLA
Foi
Diogo Cão quem estabeleceu os primeiros contactos com aquele que viria
a ser o território de Angola (1482). Os portugueses mantiveram contacto
amistoso com os soberanos do reino do Congo, tendo procurado convertê-los
ao cristianismo e manter um intenso tráfico comercial. Este primeiro momento
de convívio e colaboração recíprocas entre portugueses e indígenas foi quebrado,
sucedendo-se-lhe uma fase de imposição directa da autoridade portuguesa
ao longo da costa. Com Paulo Dias de Novais inicia-se o período de administração
directa, com a criação de capitanias. A necessidade que o Brasil sempre
teve de escravos levou a um fluxo negreiro, inicialmente explorado pelos
portugueses, mas provocou, mas provocou de imediato a cobiça dos holandeses,
arrebataram Luanda aos portugueses. Depois da Restauração de 140, os holandeses
foram expulsos do território por Salvador Correia de Sá, voltando a estabelecer-se
uma intensa ligação comercial com o Brasil. O ministro Sá da Bandeira
(séc XIX) lançou a legislação que alterou definitivamente as relações
entre a Metrópole portuguesa e a colônia: a escravatura foi abolida, sendo
substituída por trabalho obrigatório das indígenas (que foi dando lugar
ao trabalho livre). Os portugueses travaram inúmeras guerras contra régulos,
alguns dos quais diretamente municiados, quer pela Grã-Bretanha, quer
pela Alemanha. Só com o termo da Primeira Guerra Mundial se conseguiu
a pacificação plena do território. Em 1955 Angola adquiriu o estatuto
de Província Ultramar português. Em 1961 eclodiu a guerra de guerrilhas,
movida por três movimentos armados (MPLA, FNLA, UNITA), que só viria a
terminar em 1974, pela eclosão, em Portugal, do 25 de Abril. A transição
para a independência, verificada em 11 de Novembro de 1975, foi particularmente
violenta, envolvendo-se os três movimentos numa autêntica guerra civil
de que viria a sair vencedor, na sua primeira fase, o MPLA, apoiado por
Cuba. Entre 1975 e 1990 o país imergiu num clima de guerra civil, opondo
as tropas de Luanda às de Jonas Savimbi. presidente da Unita, com sede
nas "Terras do Fim do Mundo". Por mediação portuguesa, foi conseguida
a paz (Acordo de Lisboa), constituída a Comissão Permanente Civil e Militar
conjunta, Savimbi regressou a Luanda, as tropas dos dois grupos em luta
foram confinadas a campos sob observação da ONU, e marcaram-se eleições
para finais de 1992.
VOLTAR
|